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Do latim compromissus, o termo comprometimento indica o ato de fazer uma promessa recíproca, ou seja, é sinônimo de compromisso e requer responsabilidade da parte de quem se compromete.

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A importância de dominar o português para o sucesso na carreira

Revisado - Reforma Ortogr�fica

A diretora da Scritta Cursos e Consultoria, Laila Vanetti, concedeu uma entrevista para o site da Aspirina, da Bayer, em uma seção que discute boas práticas para profissionais de diferentes áreas.

A diretora da Scritta Cursos e Consultoria, Laila Vanetti, concedeu uma entrevista para o site da Aspirina, da Bayer, em uma seção que discute boas práticas para profissionais de diferentes áreas. Na matéria, a especialista em comunicação empresarial e língua portuguesa aponta que possuir um português correto é um fator distintivo de sucesso para profissionais em busca de ascensão profissional. Além disso, Laila dá dicas de como melhorar a comunicação no ambiente de trabalho e o que não se deve fazer em textos, e-mails e até mesmo nos currículos.

Acompanhe a entrevista na íntegra e confira se você também pode melhorar a sua linguagem no dia a dia na sua empresa:

• Falar e escrever o português corretamente é importante para a carreira

Independentemente da área de atuação, é essencial ter o domínio da língua materna. Quem investe nessa questão não só mantém uma ótima imagem profissional como, também, torna mais fácil o desempenho das suas tarefas. Mas, para tanto, é preciso ir além do "português do colégio". "O português útil é aquela habilidade linguística que deve vir de todos os sentidos, em especial o visual e o auditivo. A clareza do texto é fruto da clareza do pensamento, da coerência das ideias. No fundo, português é o reflexo da sua capacidade, bagagem, leitura e do seu investimento", afirma a mestre em Linguística e pesquisadora Laila Vanetti, diretora da Scritta, que oferece consultoria sobre habilidades de comunicação a empresas. A especialista diz que profissionais de áreas como engenharia ou economia têm o pensamento mais voltado para o lógico, o que ajuda a compreender a importância de estruturar corretamente a língua. Mas, em muitos casos, é preciso ir devagar. "Começar a desvendar o mundo da comunicação, para um engenheiro, é fantástico. Trabalha-se o nível da palavra, da frase e do texto até chegar à estrutura e tudo começa a se encontrar. Às vezes, são questões bastante óbvias, mas que ninguém observa", explica Laila.

• Principais erros de português cometidos no ambiente profissional

A mestre em Linguística e pesquisadora Laila Vanetti explica que os erros mais comuns de português variam de acordo com o nível do profissional. Mas, alguns deles são mais graves. "Por exemplo, falar 'meio-dia e meio'; 'ao encontro de'; na concordância, inverter o sujeito e o verbo sem respeitar a regra; confundir 'em vez' com 'ao invés' e 'senão' junto ou separado. Mesmo em ambiente empresarial são comuns aqueles erros mais associados ao regionalismo ou até à zona rural, como: 'é uma questã difícil', 'menas' ou 'estou meia cansada'", alerta a especialista. Para aqueles profissionais que já não cometem esses erros, uma das maiores dificuldades, de acordo com Laila, é para que compreendam a importância do paralelismo sintático no que escrevem. O nome é complicado, mas o conceito é simples: basta fazer com que em um parágrafo, por exemplo, todos os tempos verbais de todas as frases sigam uma mesma estrutura, deve haver coerência entre todos os elementos. Muitas vezes, esses erros de português, até os considerados mais graves, são relevados porque, de acordo com a pesquisadora, não há coerência sobre como os profissionais devem se portar. "O brasileiro é muito tolerante, principalmente com o português falado. Ao telefone, tudo pode, na sala de reunião, informalidade total. E tenta-se colocar mais rigor no texto escrito, mas fica difícil se, em 99% do dia a dia profissional, é permitido ser informal", observa a especialista. Esse mesmo comportamento incoerente é o que faz com que muitas pessoas não consigam separar a linguagem completamente informal que utilizam na Internet do que fazem no trabalho. No e-mail para um cliente, não se deve colocar expressões como "vc", "aki", "qto" ou "mto", por exemplo. "Dependendo do veículo, do lugar, do público, a pessoa deve adequar a linguagem. O problema é que o brasileiro, de maneira geral, tem apenas uma variante de fala. E deveria virar um poliglota, falar os vários portugueses que são necessários no dia a dia", afirma Laila.

• Português incorreto é imperdoável no currículo

Durante o processo de seleção, muitas empresas podem pedir que os candidatos escrevam textos, que servirão tanto para conhecer as características da pessoa quanto a maneira como ela age. Assim, estar com o português afiado é fundamental. Há, ainda, situações em que o candidato a um emprego tem tempo de se preparar e, nessas ocasiões, deslizes na língua portuguesa são inconcebíveis. É o caso do currículo. "As limitações e dificuldades de se estudar algo que não é do seu núcleo são compreensíveis. Quem fez engenharia não sabe todas as regras de hífen, por exemplo. Mas, no currículo, errar é inaceitável, pois não é algo feito com imediatismo, com prazo de entrega, como um relatório. Não revisá-lo, é o mais perfeito caso de negligência e descaso", enfatiza a pesquisadora Laila Vanetti. Outro fator que, até então, era empurrado com a barriga é a reforma ortográfica. Já com mais de um ano de implementação, as novas regras do português devem ser alvo de atenção por parte dos profissionais. "Os concursos públicos, as empresas sérias e os vestibulares já cobram duramente essa questão. Companhias de maior porte estão buscando bastante assessoria nesse sentido. Pedem manuais, apostilas, solicitam wokshops e o que mais for possível. O que não pode é deixar essa questão de lado", alerta a especialista.

• O que fazer para se dar melhor com a língua portuguesa

O principal fator para que alguém chegue ao mercado de trabalho despreparado com relação ao português, de acordo com a mestre em Linguística e pesquisadora Laila Vanetti, são falhas no ensino fundamental, que não tem tido sucesso em aproximar os falantes do texto escrito. "Nos países mais desenvolvidos, não há nas empresas profissionais com problemas de escrita como os brasileiros. A pessoa não lê, não escreve, portanto fica difícil aprender. Não se nasce sabendo a língua escrita, não é natural, é algo construído", explica a especialista. Para que se tenha mais afinidade com o português, inclusive o escrito, é preciso investir na leitura. Mas não se trata de pegar a primeira revista e se prender a qualquer texto. Esse também é um processo que deve ser ensinado nos primeiros anos de estudo. "É preciso saber o que ler e como. Os professores, lá atrás, devem mostrar como a leitura significa ir além das palavras, buscar o que está por trás, o contexto. Caso contrário, a pessoa não vai ler bem e, consequentemente, escrever sem cometer erros", conclui Laila.

Fonte: http://www.aspirina.com.br/cuidando_voce/trabalho/materias/falar_escrever_corretamente.php

Publicado em: 22/03/2010

Autor: Letícia Feix

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