As Intermitências da Morte
Sinopse
“No dia seguinte ninguém morreu.”
Assim começa esse novo romance de José Saramago. Imagine se, de um momento para o outro, num certo país, as pessoas deixassem de morrer. O que no início parecia maravilhoso, logo se revela um verdadeiro caos. Pense no que aconteceria com as funerárias, com a igreja, com os hospitais e os asilos. E se depois de estabelecido o caos da vida eterna, a morte retornasse aos afazeres de sempre?
É na morte que Saramago vai se inspirar para escrever esse romance.
Dados técnicos
E se a morte não acontecesse mais? Talvez o além-túmulo, ou melhor, o inferno fosse transferido para cá entre os vivos que experimentariam o caos com os que não batem mais as botas. Este é o mais recente enredo daquele que já ensaiou sobre a cegueira e a lucidez: o português José Saramago.Cruzando os braços numa espécie de greve, a morte deixa de visitar um país. Seus habitantes não morrem mais e em meio às conseqüências dramáticas que o fato provoca, Saramago tece as relações que o Estado, a religião e as pessoas tem com o mais inexorável evento da vida, o seu fim.
Autor: José Saramago.
Editora:Companhia das Letras, 2005
Número de páginas: 208
ISBN: 8535907254










